REPENSANDO O PAPEL DO PROFESSOR

No ensino híbrido o  professor é um arquiteto de construção do conhecimento.

Principais mudanças no papel do professor:

1 - O professor passa de Orador/ Palestrante  para Facilitador da Aprendizagem.
2- O trabalho em sala de aula,passa de estruturas de Grupos de Alunos Fixos para Estratégias mais dinâmicas de Agrupamento.
3 - O professor deixa de ser quem explica todos os conceitos, para apenas Intervir no momento Certo, conforme a necessidade.
4 - O professor deixa de Focar no Conteúdo Apenas, para concentrar-se em Conteúdo, Habilidades e até na Postura dos alunos.
5 - O professor muda de Generalista para Especialista.


Design thinking chega às salas de aula

Michael Schurr, professor do 2º ano do ensino fundamental de uma escola de Nova York, percebeu que nunca tinha perguntado a seus alunos o que poderia ser feito para deixa-los mais confortáveis na sala de aula. 

Assim, decidiu consulta-los e fazer as alterações no ambiente. Realocou os quadros de avisos que antes eram muito altos, o que dificultava a leitura dos estudantes, e modificou a posição das carteiras, criando espaços semiprivados, para que os alunos se sentissem mais a vontade para estudar. 

O professor conta que sente a turma mais engajada e que se movem de forma mais fluida pela sala, pois fizeram parte de sua construção. Já na Califórnia, o corpo docente de uma escola de ensino fundamental se questionou sobre como estavam preparando os alunos para o futuro. Sem saber como responder a questão, decidiram leva-la aos alunos. 

Coletivamente, eles idealizaram o que chamaram de “aprendizagem investigativa”, onde o aluno é visto não apenas como receptor de informação, mas como formadores de conhecimento.

 Esses são alguns exemplos de como professores estão redesenhando as salas de aula, tanto fisicamente quanto em relação aos processos de ensino e aprendizagem, usando as propostas do design thinking.

O design thinking pode ser definido como uma abordagem centrada no ser humano para inovação que integra as necessidades individuais, as possibilidades tecnológicas e os requisitos para o sucesso. E, claro, pode apoiar no desenvolvimento das chamadas competências para o século 21. 

Segundo a empresa, a ideia do projeto é desenvolver a capacidade de cada aluno de pensar criticamente e inovar, para ter conscientemente condições de tornar o mundo um lugar melhor, independentemente da carreira que escolherem.

Estamos vendo educadores desenvolverem uma filosofia compartilhada de ensino e aprendizagem, usando o design thinking em diferentes níveis – para discutir uma reforma nacional do sistema de ensino ou para atender necessidades individuais da sala de aula.

Também estamos vendo professores pensando conjuntamente com os alunos, seja sobre meios de reformular o currículo e seja como otimizar o espaço físico de suas salas de aula. 

Na prática, a metodologia proposta é dividida em cinco etapas: descoberta, interpretação, ideação, experimentação e evolução.

Em cada uma delas, a equipe oferece dicas de como organizar as ideias, formatar de listas, usar post-its, histórias inspiradoras, fotos, aplicativos para tablets, celular etc. São inúmeras soluções que não devem ser seguidas à risca. 

Os autores defendem que cada problema requer uma abordagem que deve ser construída coletivamente, sem uma fórmula pronta.

A primeira etapa é a da descoberta, onde a curiosidade sobre como enfrentar o desafio é aguçada e as questões são levantadas. 

Em seguida, é a interpretação, que transforma as ideias em percepções significativas. Histórias, experiências e bagagem individual são bastante valorizadas para que o todo represente as múltiplas perspectivas de soluções.

A terceira é a ideação, que significa gerar um monte de ideias. Muitas vezes pensamentos malucos se tornam visionários. Com preparação e cuidado, reuniões para pensar fora da caixa podem render centenas de novas ideias. 

A quarta é a da experimentação, são as ideias ganhando vida. É quando se experimenta algumas possíveis soluções para o desafio lançado. 

Ao construir protótipos, as ideias se tornam mais tangíveis e o aprendizado com a tentativa clareia o pensamento sobre como e o que pode ser feito para melhorar e refinar uma ideia.

Por último, a evolução, que é o desenvolvimento do conceito ao longo do tempo, que envolve o planejamento dos próximos passos, o compartilhamento da ideia com outras pessoas que podem se envolver e ajudar e a documentação do processo, para que a evolução seja percebida e que se faça seu acompanhamento.

http://www.scielo.br/pdf/pee/v15n2/v15n2a17.pdf

MORAN, J. e BACICH, Lilian. Aprender e ensinar com foco na educação híbrida. Revista Pátio, nº 25, junho, 2015, p. 45-47.





http://revistas.cesgranrio.org.br/index.php/metaavaliacao/article/view/138/pdf


https://www.youtube.com/playlist?list=PLiRvxKpahS16WkQHN6GjBzF-3TWpHyfkY

Especial Tecnologia na Educação - Por que usar tecnologia

As Tecnologias Digitais como Ferramentas Pedagógicas - PORVIR

Para um professor que só foi se relacionar com a internet apenas depois de adulto, as tecnologias digitais, tão familiares para crianças e adolescentes, podem até parecer um universo hostil. Mas, de acordo com Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer para a Cidadania e especialista em tecnologias aplicadas à educação, não há o que temer. Para ajudar a estreitar esses laços entre professor e tecnologia, ela e sua equipe acabam de lançar o livro digital Crescer em Rede –Um guia para promover a formação continuada de professores para adoção de tecnologias digitais no contexto educacional, que está disponível para download gratuito.
“Com a adoção das tecnologias digitais dentro e fora das salas de aula, o processo de ensino e aprendizagem vem se tornando, rapidamente, um grande desafio para uma geração de professores que estudou e aprendeu a ensinar em uma era pré-digital”, afirma a especialista. Segundo ela, a intenção do guia é ajudar o professor nesse momento de transformação e compartilhar insumos para que ele seja capaz de promover a chamada educação 3.0.
Com um viés bastante prático, o guia visa ajudar o professor a inserir diferentes recursos de maneira orgânica em seu dia a dia. Dividido em seis capítulos, o livro vai discutir a importância da assimilação significativa da tecnologia pelo professor, vai propor atividades em que ele possa desenvolver novas abordagens do ensino e ter contato com alguns objetos digitais de aprendizagem que podem ser ferramentas úteis nesse processo. Para Allan, mais do que aprender a usar as ferramentas, é importante que o professor possa entender como gerir o conhecimento – já que não é mais o “dono” dele – e a estimular trabalhos colaborativos.
A pedido do Porvir e para dar um gostinho do conteúdo do guia, Allan enumerou 15 passos para que os professores adotem tecnologias digitais como ferramentas pedagógicas na sala de aula. Confira!
1. Acredite que as tecnologias digitais podem colaborar para promover novas práticas pedagógicas;
2. Entenda como estes recursos podem ser incorporados à rotina escolar;
3. Conheça algumas possibilidades que fazem sentido dentro da sua área de trabalho e se aproprie de algumas ferramentas tecnológicas;
4. Planeje novas estratégias de ensino que tenham o aluno no centro do processo de aprendizado e o professor como mediador da construção do conhecimento;
5. Pense em um ensino mais personalizado e uma avaliação que leve em consideração as necessidades de cada aluno, visto que o conhecimento está disponível e o foco da educação não é mais a transmissão de conteúdo, mas sim o desenvolvimento de competências e habilidades;
6. Incentive os alunos a pesquisar na internet. Oriente-os a pesquisar fazendo uso de palavras-chave e símbolos. Além disso, indique bibliografias e sites úteis para que desenvolvam com qualidade o trabalho;
7. Permita que os alunos comparem informações e discutam sobre os temas pesquisados, sinalizando a confiabilidade da informação;.
8. Estimule os alunos a produzir seus próprios textos, em diferentes formatos, a partir das pesquisas realizadas na internet e em outras mídias, bem como a mencionar autores e fontes pesquisadas;
9. Motive os alunos a participar de projetos colaborativos, inclusive com estudantes de outras escolas no Brasil e no exterior;
10. Crie ou estimule seus alunos a criarem um espaço virtual exclusivo para produção de trabalhos colaborativos (uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um blog, um disco virtual);
11.  Incentive os alunos a compartilhar seus trabalhos na internet para que qualquer pessoa possa ter acesso, contribuir e fazer críticas;
12.  Valorize o uso de diferentes recursos tecnológicos para produção de trabalhos escolares, como vídeos, fotos, podcasts, blogs, slides, gráficos, banco de dados, ou seja toda e qualquer ferramenta que possa ser utilizada no dia a dia escolar ou futuramente no mercado de trabalho;
13.  Permita diferentes formas de manifestação e expressão no desenvolvimento dos trabalhos, dando espaço à criatividade e pró-atividade;
14.  Engaje os alunos em tarefas desafiadoras, que façam sentido para suas vidas, que proporcionem o trabalho em equipe e administração do tempo;
15.  Propicie a produção de games, estimulando o raciocínio lógico, com o uso de softwares de programação.

Configuração da Sala Colaborativa

Paula conta que mudou o ambiente de aprendizado de seus alunos. Hoje, o espaço possui seis mesas redondas e outras duas maiores onde ficam os computadores de mesa com telas de 31 polegadas, rodeados de quadros brancos. 

Além disso, a sala tem cinco notebooks e cinco tablets, para facilitar na mobilidade dos alunos. São eles que escolhem onde querem sentar e como vão se movimentar ao longo do dia de acordo com suas necessidades de aprendizagem. 

O ambiente foi redesenhando como espaço dos alunos, e não dos professores. Por isso, Paula tirou da sala mobiliário extra e itens de decoração pessoal, além de armários de arquivo com gavetas para voltar a sala de aula totalmente para seus trabalhadores, no caso, os estudantes.

Paula Barr conta que comprou quadros brancos com a metade do tamanho porque eles eram mais fáceis de pendurar e porque eles ficavam em uma altura em que seus alunos poderiam facilmente utilizar, mesmo os mais baixos. É preciso pensar nisso também.

Engajamento

Para a professora, o engajamento vem desde conceber o melhor ambiente de aprendizagem para seus alunos até estar na sala de aula disponível para que eles a consultem enquanto estão fazendo seus trabalhos em seus próprios ritmos e níveis. “Ao invés de ficar de pé na frente da sala dando informação, agora eu uso um programa da Blackboard para abrigar a informação que eu quero que eles aprendam e trabalho em conjunto com os alunos para que eles adquiram e apliquem esse conhecimento. Eles também trabalham juntos e usam o programa para demonstrar o que estão aprendendo. O engajamento ocorre naturalmente, porque os alunos passam o dia no comando da sua própria educação, aprendendo no seu próprio ritmo e nível”, afirma a professora.

Envolver e educar os pais

Antes do primeiro dia de aula, Paula conta que mandou um e-mail de boas-vindas aos pais e aos alunos. Nesse e-mail, incluiu links para vídeos e informações sobre ensino híbrido. Em seguida, na segunda semana de escola, quando os pais vieram a uma reunião, ela usou fotos e videoclipes de anos anteriores para mostrar o que era um ambiente de aprendizagem mista, como aquele nos quais seus filhos estavam incluídos.

Paula também abriu sua sala de aula, um dia por semana, para os pais. Eles podem chegar a qualquer hora durante o dia, sem hora marcada. A maioria dos pais chega e puxa uma cadeira para se sentar com os seus filhos, ajudando o grupo com o qual estão trabalhando. Essa tem sido uma poderosa maneira de ajudar os pais a compreender o conceito de blended learning

Mudança de paradigma

“Quando perguntado sobre como o meu pensamento mudou quando eu me tornei um professor de blended learning, eu faço a mesma analogia: como uma professora tradicional, eu estava na frente da sala de aula, tocando o navio do conhecimento, até que eu compartilhei esse conhecimento com meus aprendizes no nível e no ritmo em que eu decidi. Como professor de blended learning, eu explico o nosso objetivo comum e jogo eles na piscina. Alguns ficam felizes de nadar de forma independente para o outro lado, alguns precisam nadar mais e do meu apoio para chegar lá. Alguns alunos trabalham em conjunto para construir uma jangada para chegar ao outro lado e tem aqueles que ficam de fora da piscina e seguem seu próprio caminho”, conta a professora.

De acordo com ela, o trabalho do professor de ensino híbrido é ajudar os alunos a adquirir e aplicar seu próprio conhecimento, dando-lhes recursos online e na forma de papel para que eles trabalhem de forma independente ou em colaboração. Em outras palavras, os alunos fazem o trabalho.

Tecnologia

O uso autêntico da tecnologia é uma parte importante de uma sala de aula de ensino híbrido. Na sala de aula da Paula é o programa da Blackboard que abriga as informações, vídeos e links. Por meio dessa plataforma, os estudantes podem subir fotos e escrever conceitos que aprenderam na forma de verbetes. 

Também pode usar os fóruns de discussão para tirar dúvidas e fazer testes. “Usamos a tecnologia como uma ferramenta para que os alunos demonstrem seu aprendizado. A tecnologia também permite que eu forneça os meios pelos quais os alunos podem progredir em seus próprios níveis e ritmos. Ele me permite dar aos estudantes escolhas para que eles possam desenhar o seu próprio caminho”
, explica a educadora.





Habilidades Socioemocionais – Contextualização


Contextualização sobre  Habilidades Socioemocionais, desenvolvida pelo GELP Brasil Veja a matéria completa aqui





Habilidades Socioemocionais – Impacto e Avaliação


Principais impactos e avaliações do uso das Habilidades Socioemocionais em sala de aula Veja a matéria completa aqui





Habilidades Socioemocionais – Questões Conceituais e Práticas


Questões Conceituais e Práticas do uso das Habilidades Socioemocionais em sala de aula Veja a matéria completa aqui




Habilidades Socioemocionais – Quatro Pilares da Educação


Diagrama com as definições dos Quatro Pilares da Educação do Século XXI Veja a matéria completa aqui







Aprendizagem Colaborativa

 Dicas sobre como criar um ambiente de aprendizagem colaborativa dentro da sala de aula:

Collaborative Room Setup

ambiente de aprendizagem dos estudantes contém seis mesas redondas, duas mesas grandes meia-redondas com Mac Minis e telas de 31 polegadas tela plana e quadros brancos ao redor da sala. Nossa classe tem 5 Mac Book Airs e 5 iPads. Os alunos escolhem onde querem sentar-se e movimentar-se ao longo do dia de acordo com suas necessidades de aprendizagem. O ambiente é designado como espaço dos alunos - não meu. Tirei mobiliário extra, removido Pinterest inspirado, decorações, pessoalmente, agradável, e dois armários de arquivo de quatro gavetas, a fim de retornar a sala de aula para os seus trabalhadores.
Eu também comprei metade do tamanho quadros brancos no Home Depot por US $ 9. Porque eles pesam apenas 3 libras eu era capaz de fixá-los à parede com fitas adesivas. O tamanho me permitiu colocar os quadros brancos inferior para que meus alunos da segunda série poderia mais facilmente usá-los para a colaboração.

noivado

Engagement vem desde a concepção de ambiente de aprendizagem dos alunos para ser um onde eles estão fazendo o trabalho em seu próprio ritmo e nível. Ao invés de me em pé na frente da sala dando-lhes a informação, agora eu uso Blackboard para abrigar a informação que eu quero que eles aprendam e eles têm que trabalhar juntos para adquirir e aplicar esse conhecimento. Eles também trabalham juntos e usar Blackboard para demonstrar sua aprendizagem. O acoplamento ocorre naturalmente, porque os alunos passam o dia no comando de sua própria aprendizagem e de aprendizagem em seu próprio ritmo e nível.

Envolver e educar os pais

Antes do primeiro dia de aula eu mandei um e-mail de boas-vindas aos pais e alunos. Eu incluí links para vídeos e informações sobre blended learning. Em seguida, na segunda semana de escola quando os pais vieram para a noite de Pai, eu usei imagens e clips de vídeo a partir do ano antes de dar aos pais uma espiada em um ambiente de aprendizagem combinada.
A partir de novembro Abri a sala de aula um dia por semana durante todo o dia para os pais. Eles podem parar a qualquer hora durante todo o dia, sem compromisso. A maioria dos pais de tempo apenas puxar uma cadeira e sentar-se com seu filho, ajudando-os e o grupo colaborativo com os quais eles estão trabalhando. Este tem sido poderosa para ajudar os pais a compreender blended learning.

Mudança de paradigma

Quando perguntado sobre como o meu pensamento mudou quando eu me tornei um professor de blended learning Eu gosto de usar esta analogia: Como um professor tradicional Eu estava na frente da sala de aula, o navio de todo o conhecimento, e eu derramou esse conhecimento em meus 25 pequenas esponjas ao ritmo e nível que eu decidir. Como professor de blended learning, eu explico o nosso objectivo comum de núcleo e jogar meus 25 pequenas esponjas na piscina. Alguns feliz nadar de forma independente para o outro lado e até mesmo passar a próxima piscina. Alguns precisam de asas de água e meu apoio para chegar lá. Alguns estudantes trabalham em conjunto para construir uma jangada e trabalhar como uma equipe, para chegar ao outro lado, e alguns ficar claro para fora da piscina e seguir seu próprio caminho. Meu trabalho agora é projetar o ambiente de aprendizagem para que os alunos adquirir e aplicar seu próprio conhecimento através da Blackboard, recursos on-line e recursos de papel de forma independente ou em colaboração para atender aos padrões estaduais. Em outras palavras, os estudantes faz o trabalho.

Tecnologia

uso autêntico da tecnologia é uma parte importante de uma sala de aula de blended learning. Para nossa sala de aula Blackboard abriga nossas informações, vídeos e links. Estudantes carregar fotos e escrever em wikis Blackboard. Eles usam os fóruns de discussão e fazer testes no quadro-negro. Blackboard lhes permite conectar imediatamente com algum currículo comercial. Nós usamos a tecnologia como uma ferramenta para que os alunos demonstrem seu aprendizado. A tecnologia também permite-me a fornecer os meios através dos quais os alunos podem progredir em seu próprio nível e ritmo. Ele me permite fornecer escolha para os alunos a desenhar o seu próprio caminho de aprendizagem.

O que é Educação Híbrida?


José Manuel Moran

Em educação – em um período de tantas mudanças e incertezas – não devemos ser xiitas e defender um único modelo, proposta, caminho. Trabalhar com modelos flexíveis com desafios, com projetos reais, com jogos e com informação contextualizada, equilibrando colaboração com a personalização é o caminho mais significativo hoje, mas pode ser planejado e desenvolvido de várias formas e em contextos diferentes. Podemos ensinar por problemas e projetos num modelo disciplinar e em modelos sem disciplinas; com modelos mais abertos – de construção mais participativa e processual – e com modelos mais roteirizados, preparados previamente, mas executados com flexibilidade e forte ênfase no acompanhamento do ritmo de cada aluno e do seu envolvimento também em atividades em grupo.
Na educação formal uns projetos pedagógicos dão mais ênfase à aprendizagem colaborativa, enquanto outros à aprendizagem individualizada. Ambos são importantes e precisam ser integrados para dar conta da complexidade de aprender na nossa sociedade cada vez mais dinâmica e incerta. Um bom projeto pedagógico prevê o equilíbrio entre tempos de aprendizagem pessoal e tempos de aprendizagem colaborativa. Aprendemos com os demais e aprendemos sozinhos.
Num mundo de tantas informações, oportunidades e caminhos, a qualidade da docência se manifesta na combinação do trabalho em grupo com a personalização, no incentivo à colaboração entre todos e, ao mesmo tempo, à que cada um possa personalizar seu percurso. As tecnologias WEB 2.0, gratuitas, facilitam a aprendizagem colaborativa, entre colegas, próximos e distantes. Cada vez adquire mais importância a comunicação entre pares, entre iguais, dos alunos entre si, trocando informações, participando de atividades em conjunto, resolvendo desafios, realizando projetos, avaliando-se mutuamente. Fora da escola acontece o mesmo, a comunicação entre grupos, nas redes sociais, que compartilham interesses, vivências, pesquisas, aprendizagens. Cada vez mais a educação se horizontaliza e se expressa em múltiplas interações grupais e personalizadas.
A comunicação através da colaboração se complementa com a comunicação um a um, com a personalização, através do diálogo do professor com cada aluno e seu projeto, com a orientação e acompanhamento do seu ritmo. Podemos oferecer sequências didáticas mais personalizadas, monitorando-as, avaliando-as em tempo real, com o apoio de plataformas adaptativas, o que não era possível na educação mais massiva ou convencional. Com isso o professor conversa, orienta seus alunos de uma forma mais direta, no momento que precisam e da forma mais conveniente.
Sozinhos vamos até um certo ponto; juntos, também. Essa interconexão entre a aprendizagem pessoal e a colaborativa, num movimento contínuo e ritmado, nos ajuda a avançar muito além do que o faríamos sozinhos ou só em grupo. Os projetos pedagógicos inovadores conciliam, na organização curricular, espaços, tempos e projetos que equilibram a comunicação pessoal e a colaborativa, presencial e online.
O papel ativo do professor como designer de caminhos, de atividades individuais e de grupo é decisivo e o faz de forma diferente. O professor se torna cada vez mais um gestor e orientador de caminhos coletivos e individuais, previsíveis e imprevisíveis, em uma construção mais aberta, criativa e empreendedora.
Encontramos nas instituições educacionais um número razoável de professores que estão experimentando estas novas metodologias, utilizam aplicativos atraentes e compartilham o que aprendem em rede. O que predomina, no entanto, é uma certa acomodação, repetindo fórmulas com embalagens mais atraentes, esperando receitas, num mundo que exige criatividade e capacidade de enfrentar desafios complexos. Há também um bom número de docentes e gestores que não querem mudar, que se sentem desvalorizados com a perda do papel central como transmissores de informação e que pensam que as metodologias ativas deixam o professor em um plano secundário e que as tecnologias podem tomar o seu lugar.
Algumas dimensões estão ficando claras na educação formal:
 1) o modelo blended, semi presencial, misturado, em que nos reunimos de várias formas – física e virtual – em grupos e momentos diferentes, de acordo com a necessidade, com muita flexibilidade, sem os horários rígidos e planejamento engessado;
 2) Metodologias ativas: aprendemos melhor através de práticas, atividades, jogos, projetos relevantes do que da forma convencional, combinando colaboração (aprender juntos) e personalização (incentivar e gerenciar os percursos individuais) e 3) O modelo online com uma mistura de colaboração e personalização. Cada aluno desenvolve um percurso mais individual e participa em determinados momentos de atividades de grupo. Uma parte da orientação será via sistema (plataformas adaptativas com roteiros semi estruturados, que respondem as questões mais previsíveis) e a principal será feita por professores e tutores especialistas, que orientarão os alunos nas questões mais difíceis e profundas.
É importante que cada escola defina um plano estratégico de como fará estas mudanças. Pode ser de forma mais pontual inicialmente, apoiando professores, gestores e alunos – alunos também e alguns pais – que estão mais motivados e têm experiências em integrar o presencial e o virtual. Podemos aprender com os que estão mais avançados e compartilhar esses projetos, atividades, soluções. Depois precisamos pensar mais estruturalmente para mudanças em um ano ou dois. Capacitar coordenadores, professores e alunos para trabalhar mais com metodologias ativas, com currículos mais flexíveis, com inversão de processos (primeiro, atividades online e, depois, atividades em sala de aula). Podemos realizar mudanças incrementais, aos poucos ou, quando possível, mudanças mais profundas, disruptivas, que quebrem os modelos estabelecidos. Ainda estamos avançando muito pouco em relação ao que precisamos.

Geekie: a escola do futuro, agora!

Ensino Híbrido - Nova Escola

Como inovar no modelo tradicional de ensino e transformar os alunos em protagonistas do próprio aprendizado?
ensino híbrido, ou blended learning, é uma das maiores tendências da Educação do século 21, que promove uma mistura entre o ensino presencial e propostas de ensino online – ou seja, integrando a Educação à tecnologia, que já permeia tantos aspectos da vida do estudante.
Mas engana-se quem pensa que basta colocar computadores na escola e deixar os estudantes ali sem qualquer orientação. Como bem definiu a especialista Lilian Bacich em um debate sobre o tema promovido pela Geekie (e disponível aqui), “o ensino híbrido é uma mistura metodológica que impacta a ação do professor em situações de ensino e a ação dos estudantes em situações de aprendizagem”. A adoção do ensino híbrido em um nível mais profundo exige que sejam repensadas a organização da sala de aula, a elaboração do plano pedagógico e a gestão do tempo na escola. Dessa forma, acrescenta Lilian, que também é coordenadora do curso online sobre ensino híbrido do Instituto Península e da Fundação Lemann que eu já indiquei nesta coluna, “o papel desempenhado pelo professor e pelos alunos sofre alterações em relação à proposta de ensino tradicional e as configurações das aulas favorecem momentos de interação, colaboração e envolvimento com as tecnologias digitais”.
Mas como essas alterações acontecem na prática?
A rotação de laboratório
No Brasil, uma das maneiras mais comuns da adoção do ensino híbrido é por meio da chamada rotação de laboratório (ou lab rotation, em inglês), na qual são combinados momentos na sala de aula e no laboratório de informática, com conteúdos complementares. Assim, para uma disciplina, o estudante pode passar a primeira aula em um laboratório de informática usando recursos online para o primeiro contato do tema. Na aula seguinte, com a ajuda do professor e em companhia dos colegas, ele pode aprofundar o que aprendeu e aplicar os conceitos, desenvolvendo projetos, debatendo o assunto, trabalhando exercícios de contextualização, tirando dúvidas, entre outras atividades.
Desta forma, o aluno é estimulado a pensar criticamente, a trabalhar em grupo e a ver mais sentido no conteúdo. Ele assume a posição de protagonista e tem mais chances de aprender da maneira que melhor funciona para ele. Já o professor ganha um papel mais próximo ao de um mentor que guia esse processo de busca pelo conhecimento e, com a diminuição da carga de aulas expositivas, ele tem mais tempo para dar atenção personalizada às necessidades dos estudantes e acompanhar de maneira mais próxima evolução deles.
Esse é o método adotado por várias escolas em todo o Brasil que usam o Geekie Lab, uma plataforma que reúne conteúdo de todo o Ensino Médio e o disponibiliza em mais de 600 aulas com vídeos, textos e exercícios. A plataforma, por si só, não garante que a escola passe a adotar o ensino híbrido, mas é uma facilitadora desse processo ao permitir que o aluno encontre ali o que precisa para ter uma visão geral sobre o tema e possa aprender no seu ritmo, sem depender somente da explicação do professor.
É o caso da EE Profª Etelvina de Góes Marcucci, em Paraisópolis, zona Sul de São Paulo. Graças a uma doação de netbooks, a escola vem implantando dinâmicas de ensino híbrido que seguem esse modelo. “Reservo uma das minhas duas aulas semanais de Física para usar o Geekie Lab com meus alunos. Na primeira, eu indico o tópico que eles devem estudar pela plataforma e na segunda nós exploramos o assunto juntos”, conta o professor William Ulysses da Silva. “Isso é um grande avanço. Como os alunos são muito envolvidos com tecnologia, é algo que chama mais a atenção deles. São novas oportunidades para aprender”, completa.
O Projeto Gente
Outro exemplo de aplicação do ensino híbrido acompanhado pela Geekie, este em processo mais avançado, é o Projeto Gente (sigla de Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacionais), iniciado em 2013 na EM André Urani, na Favela da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro. A escola, sem paredes, abriga espaços onde alunos de diferentes idades são agrupados em times de acordo com seus interesses e características acadêmicas e emocionais, entre outras – embora sejam matriculados nas séries convencionais determinadas pela legislação.
Ali, os professores têm a missão de supervisionar o aprendizado dos times. A rotina escolar se divide entre atividades de mentoria, que ocupam 60% da grade, e os laboratórios de aprendizagem, com atividades mais parecidas com as aulas tradicionais. A plataforma da Geekie traz os conteúdos organizados em uma sequência didática consistente e possui avaliações diagnósticas que norteiam o trabalho do professor, permitindo-lhe mapear fragilidades e pontos fortes de cada aluno, e acompanhar sua evolução.

Dez dimensões para o uso pedagógico das TICs

Como as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) podem ser usadas de forma pedagógica? Priscila Gonsales, diretora executiva do Instituto Educadigital, mostra dez dimensões para o uso pedagógico das TICs.
1 Mudança estrutural no tempo e espaço: flexibilidade no horário das aulas, na utilização dos espaços disponíveis na escola e na composição etária das turmas;
2 Estimula a interdisciplinaridade e a integração entre os docentes: favorece a autonomia e a criatividade para a criação e realização de projetos em conjunto;
3 Baseia-se na metodologia de projetos: valoriza não apenas o conteúdo apreendido, mas também o processo educativo vivenciado pelos estudantes;
4 Favorece o desenvolvimento de práticas individuais e/ou coletivas que permitam consolidar a aprendizagem, com ênfase no trabalho diversificado com perfis diferentes de alunos;
5 Promove aulas mais participativas e menos expositivas: aproximando alunos e professores, horizontalizando as relações;
6 Utiliza recurso, ferramentas e demais dispositivos digitais de comunicação: os alunos visivelmente são protagonistas de sua própria aprendizagem;
7 Introduz conceitos da cultura digital: pesquisa e seleção de informações, compartilhamento, colaboração, circulação de conhecimento, uso de licenças livres, uso responsável da internet, multiculturalidade;
8 Desenvolve e/ou utiliza espaços e ambientes interativos em redes (sites, comunidades, blogs) no processo pedagógico: amplia o alcance de comunicação e estimula a autoria de educadores e educandos;
9 Valoriza a intervenção social dos estudantes em benefício de sua comunidade, cidade, estado ou país: possibilita o exercício da cidadania e do empreendedorismo;
10 Cria situações reais e concretas que possam despertar o interesse e a motivação dos alunos para aprender cada vez mais: aprendizado significativo.

Ensino Híbrido

O que é: também chamado de blended learning, o método alterna momentos em que o aluno estuda sozinho - em geral em ambiente virtual - e em grupo, quando interage com seus colegas e o professor.
 "O cerne é a personalização do ensino. Buscamos diferentes ferramentas - não somente as tecnológicas - para suprir as necessidades do aluno contemporâneo", explica Adolfo Tanzi Neto, consultor pedagógico e de pesquisas da Fundação Lemann.

Como fazer: há diversas maneiras de adotar o ensino híbrido. Um recurso que vem sendo bastante usado é a rotação. 
O professor divide a sala de aula em várias estações com atividades diferentes, mas que se complementam. 
Pelo menos uma delas propõe o uso de plataforma digital. O aluno deve passar por todas as estações ao longo da aprendizagem de determinado conteúdo.
 "Ele deve ser protagonista e buscar o conhecimento segundo seus próprios interesses", explica Ailton Luiz Camargo, professor de história do Colégio Objetivo Sorocaba e da rede municipal de Iperó (SP). Nesse sentido, o professor também deve assumir um novo papel.
 "Ele deixa de ser a primeira fonte de informação e conhecimento e passa a ser o mentor que guia a aprendizagem dos alunos", diz Mario Junior Mangabeira, coordenador da gerência de formação do projeto Educopédia.

Dificuldades: para quem co­meça a trabalhar com o ensino híbrido, há dois grandes desafios: a falta de ferramentas tecnológicas educacionais adaptativas em português - a maior parte está disponível apenas em inglês - e a limitação de escolas conectadas à internet. 
De acordo com o Censo Escolar, apenas 50% delas têm acesso à internet. Para Adolfo, no entanto, esse não deve ser um impedimento, já que o ensino híbrido vai muito além da tecnologia.
"Podemos começar a mudar os espaços dentro da sala de aula, o papel do professor e incentivar a autonomia para uma aprendizagem mais personalizada do aluno, sem tecnologias digitais.
" Mario lembra também que o sucesso da aplicação do ensino híbrido envolve a mudança nos currículos e referenciais, na organização do tempo e do espaço escolar e nos equipamentos disponíveis na sala de aula.

Na prática: o Colégio Dante Alighieri, em São Paulo (SP), é uma das escolas participantes do projeto Ensino Híbrido, realizado pela Fundação Lemann. 
O Dante utiliza o aplicativo Mindjet, cuja proposta dos professores em utilizá-lo para incentivar os alunos a trabalhar, dentro e fora de sala de aula, com mapas mentais resultou na obtenção do título Apple Distinguished Education (ADE).
 O pensamento é organizado a partir de palavras-chave e recursos como imagens e vídeos.
A base do projeto é o conceito de sala de aula invertida (que integra o conceito de ensino híbrido), em que o aluno é estimulado a ter um conhecimento prévio do assunto antes da explicação do professor. O resultado do projeto da Fundação Lemann deve ser divulgado em 2015 em uma plataforma gratuita onde será possível acessar dicas práticas e fundamentações teóricas.

Escolas Reconhecidas como Inovadoras

Segundo dados do MEC, as instituições reconhecidas representam as cinco regiões do país. A maior parte delas são escolas (74%), entre as quais 52,5% são públicas e 47,5% particulares; os atendimentos compreendem a educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos (EJA).
Em entrevista concedida a Fundação Santillana Brasil, Helena Singer, assessora especial do MEC, afirmou que o objetivo é fortalecer essas iniciativas a partir da articulação entre elas mesmas e com os agentes mais próximos, como universidades, secretarias de educação e de outras áreas, além de organizações não escolares.
O Centro de Referências já retratou em suas matérias algumas das escolas reconhecidas como inovadoras. Confira:
Leia também as matérias que já foram publicadas no Porvir:

Transformar 2014 - Alison Elizondo

Nas trilhas da inovação

GENTE - Novas Tecnologias Educacionais

Por dentro do GENTE

Tendências na área da educação | Anna Penido | TEDxMauá

2- Reflexões sobre o Ensino Híbrido



O PISA avaliou a capacidade de 85 mil estudantes com 15 anos do mundo inteiro para resolver problemas de  matemática aplicados a vida real. O Brasil ficou 38º lugar com 428 pontos num total de 44 países.

 As habilidades não cognitivas  ligadas a características como: Autonomia, Raciocínio lógico, Liderança, Facilidade de Relacionamento e Tolerância também foram testadas pelo PISA, Que é um exame reconhecido mundialmente por avaliar o desempenho de estudantes em matemática, ciências e leitura.




Definição de Ensino Híbrido

É um programa de educação formal que reúne o ensino online e o presencial. Trata-se de uma abordagem metodológica na qual o aluno aprende por meio do ensino online com algum elemento de controle do estudante sobre o tempo, o lugar  o modo e o ritmo de estudo  e aprende em uma localidade física supervisionada, ou seja na escola.



O controle do modo e do ritmo de aprender são importantes, pois nem todos os estudantes aprendem da mesma forma, ou seja, alguns aprendem através da leitura de um texto e outro tem mais facilidade de entender o conteúdo estudado por meio de um vídeo. O que acontece online deve interagir com o que acontece na sala de aula, estas formas de ensino se complementam e se tornam um todo integrado.

O desafio está na proposta integradora do ensino online com o presencial, através de um planejamento integrador das tecnologias digitais.


POSSIBILIDADES DE AÇÃO INTEGRADORA

Adicionar a  tecnologia na sala de aula n ão significa ensino híbrido, a menos que o professor passa a utilizá-las de modo que estas ferramentas passam a potencializar a aprendizagem dos alunos.



Neste triângulo, são as tecnologias digitais as mediadoras na relações entre alunos e conteúdos, com tarefas de aprendizagem,  das relações entre professores e conteúdos através de tarefas de ensino e de aprendizagem, das relações entre professor e alunos ou dos alunos entre si e das tarefas conjuntas desenvolvidas por professores e alunos.

Deve-se buscar atingir individualmente cada aluno para que gradativamente ele consiga compreender como aprende melhor e se torne protagonista, atue com mais autonomia no seu processo de aprendizagem. 

A partir do momento que o estudante sabe o que precisam aprender, como aprender e por que aprender.


Ensino Híbrido = Cultura + Espaço + Professor + Gestão + Estudante +Tecnologia + Avaliação

MODELOS DE ENSINO HÍBRIDO


Modelos Sustentados = Modelo Rotacional (Rotação por Estação, Laboratório Rotacional e Sala de Aula Invertida). Eles incorporam tanto as características da sala de aula tradicional como do ensino online. E é mais fácil de ser implementado.

Modelos Disruptivos = Modelo Flex, Modelo Alacarte, Modelo Enriquecido e Rotação Individual. Estão se desenvolvendo de maneira mais disruptivo em relação ao sistema tradicional.

MODELOS ROTACIONAIS

1 - ROTAÇÃO POR ESTAÇÃO



No modelo de rotação por estação os alunos fazem um rodízio de acordo com uma agenda de tarefas ou por decisão do professor em várias estações, sendo pelo menos uma delas com tarefas online as demais, com tarefas escritas em papel, pequenos projetos, instruções individualizadas ou trabalhos em grupo. 

Nesse modelo os estudantes trabalham de forma colaborativa mesmo na estação online. As estações são fixas e os grupos de estudantes (azul, amarelo, ...)  rotacionam por ela.

2 - SALA DE AULA INVERTIDA


É o modelo mais simples para dar início ao ensino híbrido,  nesse caso os alunos estudam em casa o conteúdo online e praticam em sala de aula o que foi pesquisado (palestras, vídeos e leitura de textos). 

A proposta inicial pode ser descobertas e a experimentação através de uma atividade prática e os resultados discutidos e integrando novas informações e construindo novos conhecimentos.

3 - LABORATÓRIO ROTACIONAL


Os alunos fazem um rodízio e realizam as tarefas entre o laboratório de informática de forma individual e necessita envolver outro docente, pois um professor ficará na sala de aula com os demais grupos, dependendo apenas de um bom planejamento feito pelos dois professores de mesma série/ ano.



MODELO DISRUPTIVO
Mexem com a estrutura da escola tradicional.

Classe disruptiva: como a inovação disruptiva vai mudar a forma como o mundo aprende, em livre tradução), no qual abordava o nascimento de uma nova forma de fazer educação.


MODELO DE ROTAÇÃO INDIVIDUAL



Nesse caso o aluno cumpre uma agenda individualizada em seu percurso pelas estações, desde que os objetivos devem estar claros e o percurso do estudante conforme o que ele precisa avançar na sua aprendizagem.

http://www2.eca.usp.br/moran/wp-content/uploads/2015/07/hibrida.pdf